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05/03/2018 ás 17h25

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Garanhuns / PE

“O SOM NÃO ESTAVA LIGADO”: vereador diz que informação é mentirosa e reclama do serviço da Vigilância Sanitária
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“O SOM NÃO ESTAVA LIGADO”: vereador diz que informação é mentirosa e reclama do serviço da Vigilância Sanitária

O vereador por Garanhuns, Marinho da Estiva (PHS), negou todas as informações amplamente divulgadas pela imprensa, onnde de acordo com a Polícia Militar, o vereador foi detido por perturbação do sossego público. O vereador foi conduzido na noite de ontem até à 18°DESEC, juntamente com um reboque (paredão) e seu veículo Nissan Frontier, durante uma operação.


De acordo com a Polícia, uma guarnição realizava com o apoio da Vigilância Sanitária a Operação Bar Seguro, quando no sítio Estivas, no bar do Deca, os policiais no âmbito da Operação pararam para verificar a situação, sendo averiguado que o veículo Nissan Frontier estava perturbando o sossego da ordem pública, sendo o vereador identificado como sendo o proprietário. Ainda de acordo com a PM, após saber que seria conduzido à delegacia o vereador mudou toda a versão e informou que o som pertencia a um indivíduo identificado como sendo Eduardo. Os dois foram levados para a DP juntamente com o carro e o reboque onde foram ouvidos e posteriormente liberados.


Na manhã de hoje (05), após grande repercussão, nossa redação entrou em contato com o parlamentar, e em entrevista exclusiva, o mesmo desmentiu todas as informações repassadas pela Polícia Militar, e disse que os fatos divulgados “são mentirosos.”


“Não é questão nem de se explicar, é questão de falar a verdade. Estávamos ontem no jogo de futebol, e durante o jogo, um menino pediu o meu carro para ir buscar o som, eu já estava apressado pois iria para o aniversário da minha mãe. Mesmo assim emprestei o carro, ele buscou o som e quando chegou eu pedi meu carro. Devido ele [Eduardo] ter emprestado o veículo dele [Eduardo], ficamos aguardando outro veículo para colocar o reboque para que eu pudesse pegar meu carro”, disse o vereador.


Ainda de acordo com o vereador, durante este intervalo de tempo, a guarnição da PM chegou ao local, e com “arrogância” os policiais começaram a revistar e abordar os presentes.


“Chegaram arrogantes, perguntaram de quem era o som. O dono do Som estava do outro lado, não ouviu quando eles perguntaram e eu, como estava mais próximo me identifiquei e disse que era dono do carro. Eles [policiais], perguntaram novamente eu afirmei ser dono do carro, mas disse que o som não era meu. O policial muito intransigente não quis mais conversa e passou a dizer que o som era meu. E disse: [vou lhe conduzir e levar todos para a delegacia]”, disse o parlamentar.


Ainda de acordo com o vereador, ele não conseguiu saber o porquê de ser conduzido para a DP pelo crime de perturbação de sossego, uma vez em que o som, segundo ele estava desligado.



“Eu fiquei surpreso, e perguntei o porquê de ser perturbação de sossego, se o som estava desligado, e ele não me respondeu. E eu falei pra ele, meu amigo você está errado, para ser perturbação de sossego o som tem que está ligado e não está. Eles não quiseram conversa e nos conduziram para a Delegacia de Plantão. A verdade aparece, e tanto que o delegado nos liberou”, disse o parlamentar.


O vereador ainda reclamou do serviço da vigilância sanitária, que com apoio da PM, realiza desde anos anteriores a Operação Bar Seguro, sendo realizadas abordagens em estabelecimentos comerciais por parte da PM, além da verificação das condições do ambiente.


“Infelizmente esse serviço da Vigilância Sanitária está sendo desconfortável para a população. Residimos em uma comunidade quilombola, onde o povo é leigo, eles deveriam ao menos ter feito um comunicado prévio como é feito na cidade de Garanhuns. É um trabalho desconfortável para a população quilombola, principalmente para todos que necessitam ganhar seu pão comercializando na área rural“, disse o parlamentar.


O vereador disse ainda na entrevista que deverá tomar todas as medidas cabíveis e que irá buscar seus direitos, “já entrei em contato com o secretário de governo em relação à Vigilância para ver o que se pode fazer para reverter a situação. Em relação ao comportamento dos policiais vou procurar o comandante ou quem quiser me atender. Afinal, quando procuramos a Polícia Militar vamos em busca de segurança e não de sermos humilhados”, pontuou o parlamentar. 

FONTE: JORNAL IMPRENSA DO AGRESTE

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