Geral Pará
Tráfego é liberado nas três rodovias estaduais afetadas pela chuva e cheia dos rios no Pará
As PAs-252, 481 e 150 estão operando utilizando sistema de desvios enquanto ocorrem as obras de recomposição das estradas
30/03/2023 12h40
Por: Central Fonte: Secom Pará

A Secretaria de Transporte (Setran) liberou o tráfego de veículos nos trechos das rodovias estaduais PA-150, PA-252 e PA-481, que sofreram avarias após as fortes chuvas coincidentes com marés altas de rios e igarapés próximos, ocasionando o rompimento das linhas de bueiros e do asfalto das pistas.

Na PA-150, no trecho entre as cidades de Goianésia e Tailândia, equipes da Setran concluíram, na última quarta-feira (29), a criação de um desvio na lateral da pista. Para isso, foram colocadas duas linhas de manilha de um metro, que formam a tubulação necessária para passagem de água. Com isso, pedestres e motoristas já podem seguir viagem enquanto as equipes concentram os esforços na recuperação da pista e na recomposição do asfalto.

Já na PA-252, a Setran realizou serviços para estabilizar meia pista e garantir o fluxo de veículos pelo sistema de siga e pare. No local será construída uma ponte para garantir que não ocorra mais o rompimento da pista com a subida das águas. Ainda para dar suporte à mobilidade dentro da PA-252, a Secretaria vai iniciar o serviço de terraplanagem no ramal Dois Irmãos. A via serve como uma rota alternativa, assim como a Alça Viária. 

O último trecho liberado para tráfego é na PA-481, localizado entre as cidades de Barcarena e Abaetetuba. No local foi construído um desvio, enquanto ocorre a recuperação do trecho que se rompeu. A orientação nesta localidade é seguir viagem a partir do Posto Mirian até o trevo do Colônia.

Segundo o titular da Setran, Adler Silveira, a orientação para as equipes de campo é terminar a recomposição das estradas o mais breve possível. "Garantimos também que o fluxo fosse restabelecido de forma ágil nos três trechos, e buscando soluções para que os sinistros não voltem a ocorrer nas áreas afetadas nas próximas águas grandes que ocorrem todos os anos no inverno amazônico, destacou.