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Ex-mulher e ex-cunhado de advogado morto a tiros em Caruaru foram mandantes do crime, diz Polícia Civil
Mulher foi presa e o irmão dela está foragido. Supostos mandantes tinham envolvimento com um esquema de lavagem de dinheiro, segundo foi apresentado em coletiva.
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02/10/2018 01h38Atualizado há 8 meses
Por: Jonathas William J.W (Garanhuns MINHA Cidade)

A ex-mulher e o ex-cunhado do advogado André Ambrósio Ribeiro Pessoa, morto a tiros em julho deste ano, foram os mandantes do crime. A informação foi divulgada pela Polícia Civil nesta segunda-feira (1º). A mulher foi presa durante a Operação "Patronus", desencadeada em Caruaru, no Agreste de Pernambuco. O irmão dela está foragido.

De acordo com a polícia, o crime foi motivado pelo fato de que a vítima descobriu que os mandantes estavam envolvidos em um esquema de lavagem de dinheiro. Os suspeitos e a vítima eram sócios em uma empresa. 

Ainda segundo a polícia, a mulher também não aceitava o fim do relacionamento e alegou que teve "prejuízo financeiro" após o advogado descobrir os crimes nos quais ela estava envolvida. 

"Como a vítima era uma pessoa de temperamento forte, após a separação, foi verificado com os próprios familiares que ela entrou num quadro de depressão. [...] Ele começou a fazer ameaças de delatar os crimes", informou o delegado Rodolfo Bacelar. 

Durante a operação, o homem que atirou no advogado foi preso. Outros dois criminosos, que deram suporte ao suposto executor, estão foragidos. 

A OPERAÇÃO 

Uma operação, nomeada "Patronus", foi desencadeada na manhã desta segunda-feira (1º). De acordo com a Polícia Civil, o objetivo da ação é prender integrantes de uma associação criminosa voltada para a prática de homicídios, entre eles o que vitimou o advogado André Ambrósio Ribeiro Pessoa. 

Ainda segundo a polícia, as investigações começaram em julho deste ano, mês em que o advogado foi assassinado. Durante a operação, devem ser cumpridos cinco mandados de prisão preventiva expedidos pela Vara do Tribunal da Comarca de Caruaru. 

Na execução, foram empregados 38 policiais civis. Também houve o apoio da Polícia Civil da Bahia e do Sergipe. 

MORTE DO ADVOGADO 

O advogado foi assassinado a tiros no fim da tarde do dia 12 de julho. Segundo a Polícia Militar, o homem estava dirigindo e parou em frente a uma casa, quando os suspeitos se aproximaram e realizaram os disparos de arma de fogo. A vítima estava com a filha quando foi abordado pelos criminosos. 

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda foi chamado, mas a vítima não resistiu aos ferimentos e morreu no local. 

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