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ELEIÇÕES 2018
PORQUE HADDAD - III
Crônica política por Givaldo Calado de Freitas,
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06/10/2018 04h35Atualizado há 7 meses
Por: Jonathas William J.W (Garanhuns MINHA Cidade)

Em casa, já em repouso, o celular toca insistentemente. É, de novo, Pedrosa. Nunca desligo meu celular. Tenho três filhos que moram longe.

Atendo ou não atendo. Eis a questão. Cheguei cansado. E até emocionado. Mas, cansaços e emoções a gente... Tenho que atender ao chamado do amigo. Certo que cheguei cansado pelo dia cheio e emocionado por conta da boa notícia recebida da “CHIADO BOOKS”, editora Portuguesa, com sede em Lisboa.

Em minha mesa, lá, no escritório, e-mail recebido, neste cair da tarde (1º). Nele, escrito: - “Sua obra passou em todas nossas análises e será publicada pela nossa “CHIADO BOOKS” para os mercados brasileiro e português e, no Brasil, disponível nas Livrarias Cultura, Livrarias Saraiva e Livrarias Travessa”. E, mais adiante: “Se o número total de exemplares vendidos no Brasil e Portugal atingir os 3.000, a obra será traduzida para espanhol e publicada na Espanha e, também, para inglês, sendo publicada na Inglaterra, Irlanda e EUA, sem qualquer encargo para o Autor”. 

Li esse trechinho. Olhei para todos que estavam em minha sala, e disse: “Vocês estão brincando! Estou aqui, cercado de tarefas que tenho que vencer ainda hoje e vocês brincam comigo”. Eles: “De jeito nenhum!”, diziam, sobretudo, Clébio, que enviou meus originais do Volume I de “Minhas Linhas e Linhas das Redes Sociais” a Portugal, ele, secundado por Ezandra, Diego, Josy e Juh.

Clébio fizera o mesmo, no passado, com os originais de “Um Resgate no Tempo”, de seu saudoso pai, Maviael Medeiros, meu amigo, e a quem eu muito admirava.

Todos me abraçaram e me entregaram o calhamaço da “CHIADO BOOKS” para leitura. Daí em diante eu passava a acreditar no que acabara de ler. E, aqui, penso que não é justo esconder de você. Daí o registro.

 Mas, saindo da digressão, a que me impus e me penitencio, vez que levado pela emoção da notícia, como disse, volto ao título HADDAD III, vez que os anteriores (I e II), já nas redes sociais.

Quero dizer que li e reli o “Plano de Governo” do candidato Haddad. Mas li e reli de cabeça fria, sem paixão ou emoção. Longe de preconceitos ou intolerâncias, comuns, nessas horas, em muitos, mas que em mim, elas, jazem longe. E quem conhece minha história política, sabe disso. Sou avesso a esses males. E, depois, do ponto de vista partidário, nivelo-os todos por baixo. A briga, entre eles, objetiva a chegada ao pelo poder, e só. E assim os tenho visto desde meu primeiro voto para presidente.

Em quem votei no primeiro turno em 1989? Votei em Mário Covas, porque o achava o mais preparado dentre tantos. E no segundo turno? Em Lula. Dizia a mim mesmo e a tantos, que jamais votaria em Collor. E a gente viu o que sucedeu pouco adiante. Vale dizer: estou distante de partidos. Considero-os iguais. É só conferirmos os últimos tempos. Uma vergonha. 

Voto no programa do candidato. No exemplo de vida do candidato. Claro que, para isso, vou a fundo. Leio e releio sobre suas pretensões. Claro que, para isso, pesquiso e estudo sobre sua vida.

Daí do porquê da minha decisão por Haddad nesse primeiro e segundo turnos dessas eleições de 2018 - 7 e 28 de outubro.

Li sobre suas pretensões. Li sobre suas trajetórias profissional, familiar e política. Sua passagem pela Prefeitura de São Paulo, e de como a deixou, a ponto de ter recebido elogios de seu próprio adversário e sucessor e, tendo, afinal, ganho o “Mayors Challenge”, em 2016, nada mais nada menos, como o melhor prefeito do mundo, oferecido pela Bloomberg Philanthropies, em Nova York, pelo seu esmero e zelo à frente da maior cidade do país.            

O “Plano de Governo” de Haddad discorre sobre questões várias como a “Soberania Nacional e Popular” e a “Inauguração de um Período Histórico de Afirmação de Direitos”. Também sobre um “Novo Pacto Federativo” e um novo “Projeto Nacional de Desenvolvimento” e, também, ainda, a uma “Sociedade do Século XXI”.

Enfim, o “Plano” procura exaurir essas questões, e começa com uma carta do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, dirigida à nação brasileira, sob o título de “O Brasil Feliz de Novo”, que conclui dizendo que: “No governo Haddad (2019-2022), o Brasil chegará à comemoração do bicentenário da Independência, em 7 de setembro de 2022, com a cabeça erguida, podendo celebrar a soberania nacional e popular”. 

E Lula, fiel às suas ideias, diz: “Não adianta tentar parar as minhas ideias. Elas já estão pairando no ar, e não tem como prendê-las”. 

*Acadêmico. Figura Pública. 

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