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Na elaboração do plano foi realizado um diagnóstico situacional do RN

Na elaboração do plano foi realizado um diagnóstico situacional do Estado do Rio Grande do Norte, para definir prioridades e estratégias adequadas

Central
Por: Central Fonte: Secom Rio Grande do Norte
17/11/2022 às 15h55

A Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap) lançou o Plano Estadual Multirrisco da Saúde para Desastres no Rio Grande do Norte nesta quinta-feira (17), às 11h, no auditório da Escola de Saúde Pública. Estiveram presentes na apresentação o secretário de saúde Cipriano Maia, a coordenadora de Vigilância em Saúde Kelly Lima e a subcoordenadora de vigilância ambiental Aline Paiva. Além de representantes do Corpo de Bombeiros, Idema, Defesa Civil e equipe tecnica da Sesap.

O plano foi construído de forma integrada por meio das coordenações de Vigilância em Saúde, de Atenção à Saúde, de Regulação em Saúde e Avaliação e Diretoria de Políticas Intersetoriais e Promoção à Saúde, que compõem o Grupo Técnico de Trabalho da Vigilância em Saúde Ambiental Relacionada aos Riscos Decorrentes de Desastres (Vigidesastres). 

"O objetivo principal é subsidiar o desenvolvimento das ações a serem adotadas continuamente pelas autoridades de saúde pública para reduzir a exposição da população aos riscos de desastres, assim como minimizar doenças e agravos decorrentes deles", disse a Aline Paiva, subcoordenadora de vigilância ambiental. 

Na elaboração do plano foi realizado um diagnóstico situacional do Estado do Rio Grande do Norte, para definir prioridades e estratégias adequadas. Assim, foram considerados os eventos factíveis de acontecer em cada região de saúde e seus municípios, a estimativa da população a ser atendida e a identificação preliminar das atribuições e responsabilidades de cada área técnica envolvida. 

Dessa forma, busca-se reduzir as vulnerabilidades socioambientais locais e possibilitar uma melhor preparação nas esferas regionais e municipais, a fim de antecipar os perigos potenciais nos territórios, para uma resposta de prontidão, minimizando os impactos junto à população afetada. 

Nesse contexto, o plano ressalta a importância do fortalecimento da Atenção Primária à Saúde (APS) dos municípios para o enfrentamento dos desastres em seus territórios de atuação, visto que a APS é coordenadora do cuidado e ordenadora do acesso regulado aos outros níveis de complexidade do Sistema Único de Saúde.

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