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06 DE MARÇO: 207 Anos da Revolução Pernambucana / Data Magna

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06/03/2024 às 08h31 Atualizada em 06/03/2024 às 11h47
Por: Jonathas William J.W / Garanhuns Notícias
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06 DE MARÇO: 207 Anos da Revolução Pernambucana / Data Magna

O dia 6 de março marca o estopim da Revolução Pernambucana de 1817, que deu início a um período republicano vivido no Brasil antes mesmo da destituição do imperador Dom Pedro II. Com o envolvimento direto de 50 padres e cinco frades, o movimento originou-se no Seminário de Olinda, ficando popularizado como “Revolução dos Padres”.

A seu favor, o levante contava com o histórico de luta nativista em Pernambuco, que já havia contribuído para a expulsão dos holandeses (1654), deflagrado a Guerra dos Mascates (1710) e conspirado contra a metrópole com os Irmãos Suassuna (1801).

A trajetória alimentava o imaginário dos revoltosos, a ponto de Cipriano Barata, um dos envolvidos na Revolução de 1817, defender que “é certamente Pernambuco a província (…) mais ciosa da sua liberdade por isso a mais abundante de sucessos políticos e a mais capaz de servir de farol ao espírito público do Brasil inteiro”. ? Em 1808, a chegada da Família Real ao Brasil contribuiu para o sentimento de revolta, ao expor as contradições entre a ostentação da Corte Portuguesa e a realidade dos que viviam na então colônia.

O impulso libertário chegava da Europa por meio de reuniões em lojas maçônicas, como o Areópago de Itambé, a primeira do Brasil, fundada em 1796 nessa cidade da Mata Norte. No ano anterior à revolução, Pernambuco já contava com cinco dessas assembleias. ? Se as ideias liberais criaram raízes, o almejado apoio internacional à rebelião não passou de esperança.

A expectativa de reconhecimento pelos Estados Unidos se frustrou e a ambição de libertar Napoleão Bonaparte da Ilha de Santa Helena, na costa da África, para liderar a Revolução de 1817 jamais foi concretizada. ?

Apesar da curta duração (menos de três meses) e do caráter regional – abarcando, ainda, as províncias da Paraíba e do Rio Grande do Norte –; o movimento contribuiu para o processo de independência nacional, concluído cerca de cinco anos depois.

Como punição pela revolta, Pernambuco perdeu territórios que atualmente compõem os Estados de Alagoas e do Rio Grande do Norte.

Imagem: Bandeira da Revolução Pernambucana. 

Texto: Assembleia de Pernambuco - Alepe

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