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“Só vão me calar se me matarem”, dispara Luciano Pacheco ao afirmar que abrirá a “Caixa Preta” da Câmara Municipal de Arcoverde

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Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
23/04/2026 às 17h39
“Só vão me calar se me matarem”, dispara Luciano Pacheco ao afirmar que abrirá a “Caixa Preta” da Câmara Municipal de Arcoverde
Na imagem as fotos do atual presidente da Câmara Municipal de Arcoverde, Luciano Pacheco, e dos dois presidentes anteriores,Célia Galindo e Wevertton Barros de Siqueira (Siqueirinha). ● Foto: Divulgação
Em entrevista à Rádio Independente FM, o presidente da Câmara de Vereadores de Arcoverde, Luciano Pacheco, falou sobre o processo de cassação que enfrenta e partiu para o contra-ataque.
 
O parlamentar afirmou estar sendo vítima de uma perseguição articulada pela gestão municipal e ameaçou revelar irregularidades de gestões anteriores da Câmara de Vereadores, citando nominalmente os ex-presidentes da Casa, Célia Galindo e Wevertton Barros de Siqueira (Siqueirinha), atual vice-prefeito da cidade.
 
Luciano Pacheco declarou que sua equipe técnica concluiu um levantamento detalhado sobre as finanças do Legislativo nos últimos oito anos. O foco, segundo ele, são os períodos em que a Câmara foi presidida por Siqueirinha e Célia Galindo.
 
"Minha equipe conseguiu levantar as quatro últimas gestões da Câmara de Vereadores, que estão todas em um relatório. Quem sabe não é a hora da caixa-preta ser entregue ao povo de Arcoverde? Já está tudo contabilizado, compactado. Eu tenho o maior interesse de trazer para o debate o que aconteceu nas duas últimas gestões, da vereadora [Célia] e do vice-prefeito Siqueirinha", disparou o parlamentar.
 
Pacheco vinculou a tentativa de cassar seu mandato a uma estratégia para silenciar suas críticas e impedir seu avanço político rumo às eleições de 2026, onde pretende caminhar ao lado do prefeito do Recife, João Campos. Em um dos momentos mais tensos da entrevista, o presidente da Câmara afirmou que não recuará diante das pressões.
 
"Só vão me calar se me matarem", afirmou o vereador.
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