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GIVALDO CALADO: “Temos um débito muito grande com a história do Movimento Estudantil de Garanhuns”

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Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
10/09/2019 às 18h43
GIVALDO CALADO: “Temos um débito muito grande com a história do Movimento Estudantil de Garanhuns”

Na manhã do sábado (31/08), aconteceu na Câmara Municipal de Garanhuns o 2º Congresso da UESG. Presentes, o presidente da entidade promotora, Thiago Dantas, vereador Daniel da Silva, empresário e figura pública Givaldo Calado de Freitas e inúmeros estudantes que lotaram as galerias da Casa Raimundo de Moraes.

Na abertura do Congresso, inúmeros oradores usaram da palavra, dentre eles o ex-líder estudantil, ex-vereador e, hoje, empresário e figura pública, Givaldo Calado de Freitas, que iniciou suas palavras, recordando seu tempo de estudante em Garanhuns, e lembrando a história da Casa do Estudante, que fora concebida e construída ao tempo do governador Agamenon Magalhães, prefeito Celso Galvão e de seu irmão, Geraldo, enquanto presidente da União Estudantil de Garanhuns.

“A Casa fora precursora da nossa Universidade. Só que, ao invés de uma, nós, hoje, contamos com, praticamente, três. Uma para cada esfera do poder - municipal, estadual e federal. Inclusive, com os chamados cursos tradicionais, ou seja: de Direito, de Medicina e de Engenharia”, disse Givaldo. Que adiante, lembrou datas históricas do Brasil. “Não gosto do que ocorreu em 1817, a chamada Revolução Pernambucana. Tivesse sido vitoriosa, não teríamos, hoje, o Brasil com a extensão que temos. Em seu lugar, republiquetas, a exemplo do que ocorreu na América Espanhola. Gosto de 1822, quando Dom Pedro I proclamou nossa independência. Abomino 1889, pela injustiça e crueldade perpetrada contra Dom Pedro II, reconhecido como o mais preparado governante do Brasil, de todos os tempos, e querido e admirado, aqui, e em todo o mundo. Gosto de 1930, que tirou do poder os coronéis. Que não avançavam o país. Pelo contrário atrasavam nosso país. Também não aprecio 1964, pela interrupção do estado de direito democrático”.

Texto e fotos: Assessoria GCF

 

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