O governo federal deposita neste domingo (18) a quarta parcela do auxílio emergencial para os aniversariantes de fevereiro. No mês passado, os repasses para esse grupo passaram dos R$ 426 milhões e 2,06 milhões de trabalhadores informais foram beneficiados, conforme a Caixa Econômica Federal.
Já liberada pelo aplicativo Caixa Tem, a grana poderá ser sacada pelo grupo no dia 3 de agosto. Até lá, o dinheiro pode ser usado para pagar boletos de serviços essenciais e fazer compras pela internet e em estabelecimentos comerciais.
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O valor médio pago neste ano pelo auxílio emergencial é de R$ 250, sendo que as mulheres chefes de família recebem R$ 375 e pessoas que vivem sozinhas, R$ 150. Os valores devem ser mantidos para o pagamento adicional de mais três parcelas do benefício.
A expectativa do governo é de ganhar tempo para o avanço da vacinação contra a covid-19, além de preparar uma ampliação do programa Bolsa Família, com pagamentos no valor de R$ 300, valor mais de 50% superior ao pago atualmente.
Veja o calendário de depósitos da 4ª parcela
Veja o calendário de saques da 4ª parcela
Para o público do auxílio emergencial incluído no Bolsa Família, nada muda. Os repasses continuarão sendo feitos de acordo com o calendário habitual do programa. Em julho, o início dos depósitos será nesta segunda-feira (19) para quem tem Número de Identificação Social (NIS) com final 1.
Segundo o Ministério da Cidadania, somando as três primeiras etapas de pagamentos, o investimento federal chegou a R$ 26,3 bilhões, incluindo todos os públicos, num total de 114,09 milhões de transferências.
As pessoas que tiveram o auxílio emergencial cancelado devido à revisão mensal de julho têm até o dia 22 para contestar a decisão. Para verificar a possibilidade de retomar o pagamento do benefício, o beneficiário deve entrar no site https://consultaauxilio.cidadania.gov.br, verificar se há parcela com a situação cancelada e clicar no botão "contestar".
Se a razão que motivou o cancelamento permitir contestação, o registro do cidadão será reanalisado pela Dataprev e o trabalhador poderá voltar a receber, caso o recurso seja aprovado.