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Lula Livre

FESTIVAL LULA LIVRE: Lula reuniu mais gente no Recife do que protestos contra Gilmar no país inteiro

“Lula Livre” deve se tornar ‘campanha muito maior’, diz Lula no Recife. O Ex-presidente pediu que militância lute pela anulação dos processos que correm contra ele na Justiça.

18/11/2019 19h38
Por: Jonathas William J.W / Garanhuns Notícias

Manifestações pedindo o impeachment do ministro do STF Gilmar Mendes fracassaram pelo País neste domingo (17), com adesão menor do que o esperado. Já no Recife, uma multidão ocupou a Praça do Carmo em defesa da liberdade e da inocência do ex-presidente Lula.

O ato político e cultural “Festival Lula Livre” reuniu milhares de pessoas na Praça Nossa Senhora do Carmo, em Recife. Além do ex-presidente Lula, o ato teve a participação de artistas locais e nacionais.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou, durante o seu discurso, que a militância deve evoluir do jargão "Lula Livre", que foi a bandeira do partido desde o ano passado, para cobrar a suspeição do ministro Sérgio Moro, que julgou seus processos enquanto juiz, e pedir a anulação dos autos.

"Agora, a campanha 'Lula Livre' tem que se transformar numa coisa muito maior, porque o que nós queremos é a anulação da safadeza dos processos contra nós”. Apresentem provas contra mim e me condenem e aí não faço mais discurso contra vocês", afirmou o ex-presidente no Festival Lula Livre, realizado entre a tarde e a noite desde domingo (17).

“Depois de passar 580 dias preso (…), depois de tanta gente se mobilizar pelo país, eu queria dizer: a luta não acabou. Não há como acabar uma luta porque a cada dia nós queremos mais”, declarou diante de um público entusiasmado, que o ovacionava aos gritos de “Lula, guerreiro do povo brasileiro”.

Nos 20 minutos em que discursou, Lula repetiu o que falou as outras três vezes em que falou publicamente. A primeira, em Curitiba, ao deixar a Superintendência da PF (Polícia Federal), onde estava preso; a segunda, em frente ao Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo; e a terceira em Salvador, na reunião da executiva nacional do PT.

Afirmou nesses quatro discursos desde que está livre que poderia ter ido a alguma embaixada ou país vizinho, mas que decidiu se entregar para mostrar "a farsa da Operação Lava Jato". Disse que o país piorou com o presidente Jair Bolsonaro, o ligando a milícias, e agradeceu os militantes e Fernando Haddad, que disputou a presidência ano passado pelo PT.

“Eu escolhi ir para a PF para desmascarar a Lava Jato. Eles estão destruindo o país em nome do quê? Não quero privilégio. Quero que anulem o meu processo”.

"Eu posso dizer para vocês uma coisa. Hoje, sou um homem melhor do que aquele que entrou na cadeia. A quadrilha neste país foi montado pelo juiz Sergio Moro, procurador Deltan Dallagnol, Jair Bolsonaro, por aqueles que me julgaram", afirmou o ex-presidente.

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