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Economia Finanças

Guia de finanças para jovens que desejam comprar um apartamento em Recife

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04/07/2020 08h30 Atualizada há 1 mês
Por: Jonathas William J.W / Garanhuns Notícias
Guia de finanças para jovens que desejam comprar um apartamento em Recife

O poder de consumo e suas características difere-se em conformidade com faixa etária. Isto porque, deparando-se com anseios, necessidades e projeções distintas de vida, é natural que cada indivíduo promova aquisições mais alinhadas aos seus projetos pessoais e prioridades, desta maneira, expondo as diferenças entre perspectivas de consumidores com idades distintas. Em meio à uma crise financeira que, desde meados de 2011, vem assolando o cidadão de maneira danosa, cidadãos de perfis diversos foram afetados, independentemente da sua condição financeira, social, ideologia política e doutrina religiosa.

À princípio, os meios de produção do país, abrangendo os três setores atuantes, deixaram de faturar da forma como tinham acostumado, refletindo em uma oferta menos diversificada. O consumidor, por sua vez, reconhecer a falta de garantir para promover o consumo e, inseguro acerca da sua estabilidade profissional, retraiu seus investimentos, limitando-se a adquirir somente o básico e contribuindo para o fechamento de negócios.

Posteriormente, o efeito dominó foi constatado por meio da alta no desemprego, responsável por comprometer as finanças de consumidor que vinham demonstrando inclinação para investir, fruto de uma ampla incidência de falências. Desde lojas de departamentos, lojas de construção e imobiliárias em Recife, até lanchonetes, escritórios de contabilidade e confecções, o empresário se sentiu pouco amparado em meio à um cenário tão adverso na economia brasileira.

A faixa etária que mais indica propensão de comprar imóveis

No entanto, nem todos lidaram com a crise de forma desanimadora. Embora a crise e o desânimo pareçam redundante, consumidores de um determinado perfil sinalizaram um comportamento que se diferiu no período. Os jovens, mais especificamente entre 25 e 35 anos, representaram 80% da demanda interessada em adquirir um imóvel, evidenciando a manifestação de um novo público que, em um momento anterior, não sentia-se seguro para realizar investimentos de um tamanho tão significativo.

E, para que essa nova intenção fosse concretizada através de números que comprovassem a expansão dessa demanda, mudanças de hábitos tiveram que ser adotadas. Afinal, determinar suas prioridades e objetivos são chaves para o sucesso em longo prazo, uma vez que você condiciona sua mente a despertar o tão mencionado desejo de compra somente quando é reconhecida uma grande importância naquele produto ou serviço.

Planejamento financeiro: O caminho para adquirir um imóvel

Quando idealizamos a aquisição de um imóvel, mais do que nunca devemos nos atentar à mudança de planos, promovendo um consumo com base naquilo que venha a suprir nossas carências básicas e, deste modo, estimulando o acúmulo de capital para essa finalidade. Diante dessa premissa, os consumidores de uma faixa etária mais baixa passaram a valorizar o planejamento financeiro, como forma de garantir um futuro mais próspero e independente.

A maturidade, inclusive, era um aspecto que colocava em xeque à predisposição desse público a adquirir imóveis, visto que as imobiliárias e construtoras ainda não depositavam esperanças de que um cidadão de 22, 23 ou 24 anos apresentariam essa ambição.

Passos para expandir seu capital e dar entrada na sua casa

Beneficiados por uma tímida retomada do setor imobiliário que, a partir de 2018, expôs projeções mais otimistas, o jovem consumidor identificou uma diversidade na oferta que, almejando impactar perfis variados e alinhada às novas tendências, disponibilizou desde grandes residências até apartamentos em Recife, fato que contribuiu para a aquisição de indivíduos com variados desejos e estilos de vida.

Adequando-se ao novo modelo de praticar o consumo, essas pessoas estabeleceram mecanismos que premiaram seus bolsos. O controle de dinheiro, primeiramente, foi algo muito importante para conter o consumo desenfreado. Poupar dinheiro também representou uma nova possibilidade, cujas despesas eram reduzidas de maneira que a remuneração mensal superasse seu custo de vida, facilitando o acúmulo desse dinheiro.

O endividamento, no entanto, pôde ser sanado através de renegociações, que visavam quitar os débitos existentes e contemplar sua linha de crédito. Por fim, a inserção em novos mercados, com o intuito de impulsionar sua remuneração mensal e representar maiores possibilidades para a aquisição de casas e apartamentos à venda, expandiu o capital desse consumidor, proporcionando a experiência de morar em um imóvel próprio.

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