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Givaldo: “Garanhuns não aceita donatários”

Nunca estive, não estou, nem estarei a mendigar apoio daqueles que se dizem “donos” de Garanhuns. Desses sempre quis distância. E minha história estar aí para contar. Antes, muito antes de ser subserviente a esses “donos” (...)

Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
09/08/2020 às 11h24 Atualizada em 12/08/2020 às 08h58
Givaldo: “Garanhuns não aceita donatários”

Em reunião na tarde desse sábado (8) a  Executiva do AVANTE Garanhuns disse aos presentes que “temos motivos para estar motivados para  nossa Convenção, já agendada para 14 de setembro. As aferições que temos em nosso poder nos levam a este estado. Por isso que estamos, aqui, para dizer de nossas estratégias, que marcarão nossas vidas daqui pra frente”.

Por sua vez, o pré-candidato a prefeito, Givaldo Calado de Freitas, recebeu as palavras do secretário do AVANTE, Dario Ferraz Júnior, como estímulo à sua pré-candidatura, garantindo que “tenho cumprindo o que me cabe fazer nessa caminhada com disposição e destemor. E, sobretudo, cada vez mais animado pelo que tenho ouvido da gente de Garanhuns, por onde passo, nos meus dias a dia. Por isso que retifico a todos vocês, de forma peremptória: sou pré-candidato a prefeito da minha cidade, e candidato, amanhã, se estiver nos planos do Senhor. Nunca estive, não estou, nem estarei a mendigar apoio daqueles que se dizem “donos” de Garanhuns. Desses sempre quis distância. E minha história estar aí para contar. Antes, muito antes de ser subserviente a esses “donos” sempre fui, sou e serei soldado da gente da minha cidade, que, hoje, mais do que nunca, quer distância desses pretensos donatários.”

Esses velhos políticos, de décadas atrás, não hão de me assombrar. Que dirá de me deter. Muito menos eles hão de me conhecer fazendo o jogo deles. Seus assaques contra minha pré-candidatura não prosperam. São tomados pelo medo que têm de uma candidatura progressista e de visão, e por sentirem chagada a hora da nossa cidade livre de políticos profissionais, sem visão de futuro e tomados de miopia à gestão da coisa pública”, crava Givaldo.

Que completa: “Ruas estreitas que chamam de avenidas; Esplanada, que poderia ser orgulho da cidade, que chamam de Pracinha; Entrada da cidade, que apontasse para nosso futuro, no meio da cidade; Atentados à nossa mobilidade, como se fossem modernos. Enfim, verdadeiros absurdos contra o futuro da ‘Cidade Encanto’ de Garanhuns”.

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