
Entrevista concedida para a revista Algomais o Secretário de Turismo de Garanhuns, Givaldo Calado de Freitas, respondeu as seguintes perguntas:
ALGOMAIS - Senhor Givaldo Calado de Freitas, poderia responder as seguintes perguntas para a Algomais?
A Secretaria de Turismo de Garanhuns tem algum planejamento de colocar o Mercado 18 de Agosto como um ponto turístico da cidade?
GIVALDO CALADO - O “Mercado 18 de Agosto” tem uma história. Uma história linda e exemplar, que começa na Alemanha.
De repente, um prefeito da nossa cidade estava naquele país a Convite de seu governo, conhece Mercados como o “18”, e diz a si mesmo ou aos seus botões: “Vou levar a ideia pra Garanhuns e, lá, vou construir um”.
Foi assim que nasceu o que a gente boa de Garanhuns passou a chamar de “Shopping de Garanhuns”. O prefeito da época, Amílcar da Mota Valença, notabilizou-se pelo muito que fez em sua cidade nas duas de suas gestões (1963 a 1968 e 1973 a 1977) mas o “18” não saía de sua cabeça. Ele teria sido sua obra maior e futurista. Por certo, à posteridade.
ALGOMAIS - Há alguma conversa com a Secretaria de Agricultura e Abastecimento? Algum planejamento?
GIVALDO CALADO - Temos! O prefeito Sivaldo conseguiu reunir um time muito bom. Que conhece a sua cidade. Que sabe dar o valor que ela merece. Que sonha no dia a dia com seus encantos, e, um deles, não tenham duvida, é, ou foi, o “18”. Quanto ao nosso gestor, nem falar: vive atrás de recursos para conferir à sua cidade as obras capazes de incrementar o turismo, fonte de geração de emprego e renda em todo o mundo, e nós estamos nesse mundo.

ALGOMAIS - O que comemorar nestes 54 anos de existência do Mercado 18 de Agosto?
GIVALDO CALADO - Ainda hoje estivemos com nosso prefeito. Não imaginem sua tristeza. Mais um aniversário do “18”, e nada. Nada solene. Nada de fogos. Mas, muito, de propósitos. Que haveremos de celebrar, brevemente. E neste 15 de novembro estaremos a dizer, em uníssono, que a obra sonhada na Alemanha por um filho de Garanhuns continua a ser cultuada, através de gerações e, mais que cultuada, preservada, como exemplo às gerações futuras.