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Em busca de voltar ao poder, PT defende aliança com partidos que apoiaram o impeachment

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Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político Fonte: As informações são de reportagem de Ricardo Galhardo no Estado de S.Paulo.
03/11/2017 às 13h15 Atualizada em 03/11/2017 às 13h23
Em busca de voltar ao poder, PT defende aliança com partidos que apoiaram o impeachment

O ex-prefeito de São Bernardo Luiz Marinho é um dos petistas mais próximos ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Ex-ministro do Trabalho e da Previdência, o ex-prefeito, alçado ao posto de pré-candidato ao governo de São Paulo, afirmou que o PT tem de rever, para as eleições de 2018, a proibição de alianças com os partidos que apoiaram o impeachment contra Dilma Rousseff para “recuperar a maioria do povo brasileiro”.

Presidente estadual do PT em São Paulo, Marinho disse que uma candidatura do ex-prefeito Fernando Haddad ao Senado depende de convencer o vereador Eduardo Suplicy a disputar uma vaga na Câmara. Sobre o PSDB, seu adversário direto na corrida ao governo do Estado, afirmou que está na hora de o partido sair do Palácio dos Bandeirantes.

"Veja, nós temos que recuperar bases. A maioria do povo também apoiou o impeachment e nós queremos recuperar a maioria do povo. Não vejo a necessidade de um grande arco de alianças para a candidatura do Lula. Vamos precisar de uma grande aliança para governar, no Congresso. Mas isso pode se dar no processo eleitoral ou pós-eleições. Agora vamos analisar no sentido de ganhar a eleição. Depois se tomam providências sobre composição da base no Congresso."

O mesmo acontece em Pernambuco, onde o PT cogita fazer aliança com o PSB, partido que declarou voto favorável ao impeachment.

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