
“O momento dentro da sigla é de unidade e resistência, e nada melhor do que resolver esse imbróglio da candidatura própria e sanar as desavenças internas, para garantir a candidatura de Marília Arraes e a resistência de Lula, que está sendo condenado sem provas”, disse um petista, em reserva ao blog.
Na última sexta-feira, dia 6, Arraes esteve com Lula em São Bernardo do Campo (SP), horas antes da sua prisão e encaminhamento para a Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba.
No sábado, dia 7, antes da prisão, Lula discursou no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Paulo, ao lado de Dilma Rousseff.
Tudo indica, que antes da prisão, o líder-mor conversou com Dilma e poderia ter pedido seu apoio para a candidatura de Marília Arraes, já que ele estaria preso e não poderia fazer campanha e palanque pra ela em Pernambuco.
Após a prisão de Lula, na cúpula do PT de Pernambuco a candidatura de Arraes é dada como certa e o apoio de Dilma Rousseff será fundamental para levar a disputar para o segundo turno, e tentar vencer Paulo Câmara na reta final das eleições.
“Lula pediu para algumas lideranças apoiarem a neta de Miguel Arraes em Pernambuco. Ele esteve com Dilma, e parece que ela deverá vir a Pernambuco dar suporte a candidatura própria do PT”, disse um petista do alto escalão do partido, em reserva ao blog.