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Por que não a eleição de um governador sertanejo?

Júlio Lóssio é ex-prefeito de Petrolina e candidato a governador pela REDE Sustentabilidade

Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
10/09/2018 às 08h43 Atualizada em 10/09/2018 às 08h46
Por que não a eleição de um governador sertanejo?

POR INALDO SAMPAIO:

Júlio Lossio, ex-prefeito de Petrolina e candidato a governador pela Rede de Marina Silva, explicou no programa “Roda Viva Pernambuco”, da TV Nova, por que se sentiu desafiado a concorrer ao Palácio do Campo das Princesas numa eleição absolutamente desigual em relação à de Paulo Câmara e à de Armando Monteiro Neto. Ele declarou, inicialmente, que é chegada a hora de os eleitores pernambucanos “testarem” um governador vindo do sertão, já que os últimos que saíram daquela região foram Agamenon Magalhães (1950) e Nilo Coelho (1966),  dois dos melhores governantes que o Estado já teve. “Governador tem, necessariamente, que ser da capital?”, perguntou. Além de Nilo, tivemos mais dois governadores do interior durante o regime militar: Eraldo Gueiros (Canhotinho) e Moura Cavalcanti (Macaparana). Mas de 1982 para cá todos eles fizeram carreira política na capital: Roberto Magalhães, Miguel Arraes, Joaquim Francisco, Jarbas Vasconcelos, Eduardo Campos e Paulo Câmara. Lossio está convencido de que será “exceção” a esta regra e já anunciou no mencionado programa que pretende governar com apenas 10 secretarias, sendo que todos os secretários serão técnicos. Seu programa já está disponível na internet e tem o sugestivo título de “Pernambuco pode mais”.

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