
Adolfo Hitler quando chegou no poder na Alemanha (com apoio popular) já se sabia quem ele era.
Ele escreveu um livro, quando muitos no seu próprio país e na Europa não o levavam a sério, chamado “Mein Kampf” (Minha Luta), em que expressou de forma muito clara suas ideias racistas, antissemitas, contra os ciganos, os homossexuais, simpáticas à guerra e a violência.
Quando chegou a chanceler (com poderes de presidente), usando no partido que criou o rótulo de “nacional socialista”, destruiu a democracia, perseguiu minorias (até deficientes foram eliminados com o propósito de “purificar” a raça ariana).
Depois invadiu a Áustria, a Checoslováquia, a Polônia, a França, a Holanda, a Grécia e outros países.
Na segunda guerra mundial provocada por Hitler mais de 50 milhões de pessoas perderam a vida.
Seis milhões de judeus foram assassinados, a maioria asfixiada em câmaras de gás venenoso. Foi o chamado Holocausto.
Até hoje, passados 70 anos da brutalidade do regime nazista, os alemães têm vergonha de terem parido um salvador da pátria megalomaníaco e assassino.
Bolsonaro é uma preocupação mundial porque tem muitas semelhanças de ideias com Adolf Hitler.
Ele não teria o mesmo poder e força do alemão para levar a uma nova guerra mundial nem mataria tanta gente.
Mas com certeza tornaria o Brasil um país mais perigoso. Jornalistas trabalhariam com medo, artistas teriam suas atividade cerceadas, a mídia seria controlada e a corrupção poderia até aumentar, mas seria jogada pra debaixo do tapete e ninguém teria coragem de denunciar.
É preocupante o atual momento político. Queira Deus que os brasileiros, como os alemães, um dia não tenham de se envergonhar por inventar um mito que defende torturadores e não acha coisa do outro mundo uma mulher ser estuprada.
O tal mito esteve ao lado de Temer desde o impeachment, votou a favor de todo o pacote de maldades do presidente usurpador.
Seria, porém, muito pior que ele.
Você já pensou pra pensar quanto seria trágico um dia a gente sentir saudade da "Era Temer"?