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CAGED: Brasil cria 34,3 mil empregos formais em janeiro

Número representa queda de 56% em relação a janeiro do ano passado. Foi o segundo melhor saldo do mês janeiro desde 2013. O setor de serviços foi o que mais contratou.

Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
28/02/2019 às 20h25 Atualizada em 28/02/2019 às 20h34
CAGED: Brasil cria 34,3 mil empregos formais em janeiro

O emprego formal no Brasil manteve a tendência de crescimento registrada em 2018 e fechou janeiro de 2019 com saldo positivo de 34.313 postos de trabalho. Foi o segundo melhor saldo do mês janeiro desde 2013. As informações são do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado nesta quinta-feira (28) pela Secretaria Especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia.

O resultado positivo decorreu de 1.325.183 admissões e 1.290.870 desligamentos. Nos últimos 12 meses, houve crescimento de 471.741 empregos, representando variação de +1,24%.

Os números mostram que houve queda de 56% na abertura de vagas formais no primeiro mês deste ano, na comparação com igual período do ano passado - quando houve 77.822 contratações.

GARANHUNS – O primeiro mês de 2019 teve um saldo negativo na geração de empregos formais em Garanhuns. A principal cidade do Agreste Meridional fechou 93 vagas de emprego no mês de janeiro, segundo informações do cadastro de empregados e desempregados (CAGED). Em janeiro foram contratadas 344 pessoas com carteira assinada em Garanhuns, e demitidas 437, um saldo negativo de quase cem vagas. Boa parte dessas vagas de empregos fechadas no mês de janeiro em Garanhuns eram do comércio. O cálculo é feito diminuindo-se o numero de contratados pelo de demitidos.

Já o estado de Pernambuco fechou 7.242 postos de trabalho em janeiro.

DESEMPENHO SETORIAL - Os números do governo revelam que, em janeiro, houve abertura de vagas em cinco dos oito setores da economia. O maior número de empregos criados aconteceu nos serviços. Já o comércio foi o que mais demitiu. O setor de Serviços foi o principal destaque da pesquisa.

Em termos setoriais, houve crescimento em cinco dos oito setores econômicos. Os dados registram expansão no nível de emprego em:

Serviços (43.449 postos)

Indústria de Transformação (34.929 postos)

Construção Civil (14.275)

Agropecuária (8.328 postos)  

Extrativista Mineral (84 postos)

Ocorreu redução no nível de emprego nos seguintes setores:

Comércio (-65.978 postos)

Administração Pública (-686 postos)

Serviços Industriais de Utilidade Pública (-88 postos)

O setor de Serviços foi o principal destaque na geração de emprego de janeiro. Foram registradas 573.615 admissões e 530.166 desligamentos, resultando em um saldo de 43.449 postos de trabalho, um crescimento de 0,25% sobre o mês anterior. Esse resultado foi impulsionado pelo subsetor do Comércio e Administração de Imóveis, Valores Mobiliários e Serviço Técnico (23.318 empregos), Serviços Médicos, Odontológicos e Veterinários (15.163 empregos) e Ensino (5.152 empregos).

DADOS REGIONAIS

Segundo o governo, houve criação de vagas formais, ou seja, com carteira assinada, em três das cinco regiões do país em janeiro deste ano.

A região Sul liderou, com a criação de 41.733 vagas formais, seguida pelas regiões Centro-Oeste (+22.802) e Sudeste (+6.485 postos).

A região Nordeste, por sua vez, fechou 30.279 vagas com carteira assinada em janeiro. Na região Norte, houve fechamento de 6.428 vagas.

O governo informou ainda que, das 27 unidades federativas, 11 tiveram saldo positivo (criação de empregos formais) em janeiro deste ano.

Os maiores saldos positivos de emprego ocorreram em Santa Catarina (+20.157 vagas), São Paulo (+14.638 empregos) e Rio Grande do Sul (+12.431 postos). 

Os maiores volumes de demissões foram registrados no Rio de Janeiro (-12.253 vagas), na Paraíba (-7.845 postos) e em Pernambuco (-7.242 vagas).

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