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MANIFESTAÇÕES:

Professores da Rede Municipal de Ensino estão organizando na manhã de hoje, quarta-feira, dia 07, um ato em repudio ao Projeto de Lei municipal nº 012/2017 que foi aprovado na última sexta-feira (02), pela Câmara de Vereadores de Garanhuns.

Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
Por: Jonathas William J.W / Coluna Tabuleiro Político
07/06/2017 às 09h24 Atualizada em 07/06/2017 às 09h51
MANIFESTAÇÕES:
O ato de repudio organizado pelos profissionais da Rede Municipal de Ensino tem o apoio de alunos e de varias entidades da sociedade civil organizada. Entre as entidades que apoio a ato de repudio estão, o ÁGORA - Democracia Participativa, UESG (União dos Estudantes Secundaristas de Garanhuns), e a Rede Sustentabilidade de Garanhuns.
A manifestação terá inicio às 9 horas da manhã, com concentração nas imediações da Praça Souto Filho (Praça da Fonte Luminosa), e seguirá em direção ao Palácio Celso Galvão, sede da prefeitura, onde ocorrerá o ápice das manifestações contra o Projeto de Lei nº 012/2017 que foi elaborado pelo Governo Municipal.
O trajeto da manifestação será pelas ruas XV de Novembro, Dantas Barreto, e Avenidas Barão do Rio Branco e Santo Antônio.

 ENTENDA O CASO:

Na última sexta-feira dia 02 de junho a Câmara de Vereadores de Garanhuns, aprovou por 11 votos a 2 o Projeto de Lei de número 012/2017, de autoria do Governo Municipal, que implantou o  reajuste de 7, 64¨%  relativo ao Piso Nacional da Educação, sendo que no texto enviando pelo Governo Municipal e aprovado pelos vereadores de Garanhuns está à redução da carga horário dos professores, o que segundo estes acarretará na perda salarial em seus contra-cheques.
"A Rede Municipal de Ensino conta com mais de mil professores, e esperamos que a maioria deles compareça à mobilização. Amanhã também vamos ver a palavra do sindicato (Sinpro) sobre uma possível paralisação geral", disse uma docente. 

COMO O PROJETO AFETOU OS VENCIMENTOS DOS PROFESSORES

As informações abaixo são de responsabilidade de uma professora que pediu para não ser identificada. Ela enviou seus contra-cheques de abril e maio onde consta uma redução nos vencimentos por conta, segundo a mesma,  da diminuição da carga horária. "No contra-cheque de abril eu tinha 180 horas mensais. No de maio houve uma redução de 10 horas caindo pra 170, refletindo diretamente no valor do meu vencimento. Em junho vou perder mais 10 e em julho outras 10 horas, perfazendo 30 horas.  É estranho que a prefeitura tenha implantado a mudança já para a folha de  maio porque o Decreto 028/2017 foi publicado no dia 24, muito próximo do final do mês, data em que, provavelmente, a folha já estaria fechada", revelou à educadora.

 
Com Informações: Blog VeC Garanhuns
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